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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

JMM se prepara para missão no país ainda destruído por terremoto



Uma caravana de 26 voluntários vai impactar o Haiti com o Evangelho. De 5 a 18 de janeiro de 2012, o projeto Conexão Haiti segue para o país caribenho para servir as comunidades de Porto Príncipe e cidades próximas com atividades evangelísticas nas áreas de educação, saúde, capelania, assistência social e KidsGames, entre outras.
 O Conexão Haiti é mais uma iniciativa do setor de voluntários da Junta de Missões Mundiais, coordenado pelo pastor Marcos Grava, que esteve à frente de projetos similares na África do Sul, em 2010, e na Itália e em Israel, este ano.
 Da caravana, participarão brasileiros e estrangeiros. Dos brasileiros, são 13 pessoas do Rio de Janeiro, quatro de Minas Gerais, uma do Pará, uma do Mato Grosso, uma do Espírito Santo, uma de Pernambuco, uma de São Paulo e uma do Distrito Federal. Integrarão a caravana dois haitianos que estão no Brasil cursando Teologia e um chileno.
 Os participantes da caravana devem ser pessoas crentes em Jesus Cristo, comprometidas com Deus e a Igreja e ter uma vida cristã exemplar, firmeza doutrinária e aptidão comprovada para evangelização, pregação do Evangelho e submissão à liderança.
 As inscrições para o Conexão Haiti já estão encerradas, mas se você quiser saber mais sobre esse e outros projetos, mande um e-mail para voluntarios@jmm.org.br. Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo.
 Fonte: Junta de Missões Mundiais

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Órfãos recebem novas famílias no Haiti


Ministério procura colocar cada criança uma em um lar com pais cristãos.

Desde o terremoto de Janeiro, uma crise de órfãos cresceu no Haiti em instâncias fora de controle. Segundo a UNICEF, existem cerca de 230 mil crianças desacompanhadas nos campos de alívio. Milhares de crianças foram deixadas sem lar e sem família.

Enquanto muitas organizações de ajuda não pretendem permanecer no Haiti à longo prazo, alguns Ministérios continuarão por um longo período. Kids Alive International está fazendo sua parte para cuidar de algumas das milhares de crianças que foram deixadas sem ter para onde ir.

O programa Kids Alive no Haiti existe desde 2004. Desde então, ele tem crescido de forma constante. O terremoto em janeiro, porém, sacudiu o programa do Ministério, pois aumentou radicalmente o número de crianças que ele suporta.

"Nós tínhamos 31 crianças no início deste ano, mas quando o terremoto aconteceu, percebemos que isso foi realmente uma chance para as crianças e para as igrejas, devido à grande necessidade diante do que aconteceu", diz Jeff Vandermolen, vice-presidente de Operações para a América Latina da Kids Alive.

O ministério tem se reforçado para o desafio. Nos primeiros seis anos de ministério no Haiti, o programa reuniu 31 crianças. Nos últimos seis meses, o ministério mais do que duplicou o seu número, e cuida de 76 crianças. Apenas há poucas semanas atrás, o programa colocou 33 crianças de uma só vez, aumentando o seu tamanho em 100% desde janeiro.

Kids Alive tem uma abordagem única para cuidar desses órfãos. Em vez de ficarem em um orfanato ou um lar de crianças grandes, o Ministério tem procurado proporcionar a essas crianças um ambiente familiar real, colocando cada uma em um lar com pais cristãos e outros órfãos. Como o programa cresceu, recentemente esse molde foi quebrado.

No entanto, Vandermolen diz que o Ministério não vai mudar de tática. Ele acredita que o modelo de família é muito importante. "Isso é o que estamos fazendo com as novas crianças - colocando-as em famílias com um casal cristão e criando um lar para essas crianças que perderam familiares".

Em vez de mudar de direção, o Ministério teve que encontrar mais casas para cuidar das crianças. "Nós temos planejamento para abrir casas individuais. Já abrimos quatro novas casas nos últimos dois meses para receber essas crianças", diz Vandermolen.

Kids Alive também vai começar a construir um campus residencial com várias casas para estas famílias, para que todos vivam em uma comunidade.

Quando o projeto estiver concluído em 18 a 24 meses, deverá então haver espaço suficiente para 80-85 crianças para aprenderem, serem amadas e apresentadas ao Evangelho de Cristo.

As crianças que ficaram órfãs por causa do terremoto e entram no programa recebem um tratamento diferenciado. Vandermolen diz que o Ministério teve que atender às necessidades específicas. Eles percebem que estas crianças passaram por traumas significativos, e precisam de orientação através da igreja local. Para a maior parte, porém, o programa abrange memorizar as Escrituras, aprender sobre Cristo, e crescer como cidadãos cristãos.

Fonte: MNN / Redação CPADNews
Foto: oglobo.globo.com

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Missionária Cíntia concede entrevista na 107,5 FM


A missionária Cintia que trabalha no Haiti pregando o Evangelho, quando houve o terremoto de 7 graus na escala Richter que atingiu o país, ela encontrava-se no Brasil em período de férias.

No dia 22 de janeiro esteve visitando o programa Edificação Espiritual na Rádio 107,5 FM e disse aos ouvintes e mantenedores com a Secretaria de Missões Siloé que durante a tragédia, já se encontrava no Brasil, e estava "livre de qualquer risco em relação ao terremoto", mas aguarda amenizar a situação para retornar ao Haiti.

Durante a entrevista concedida ao pastor Anthonio Siqueira, apresentador do programa, e ao Pb. Romeu de Assis, pediu ajuda para "reconstruir a Igreja", como também para a escola onde as crianças se reúnem para estudar e ouvir a Palavra de Deus.

A secretaria de Missões Siloé, departamento misionário da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Joinville (IEADJO), pede que toda a ajuda seja direcionada ao departamento de missões e informa que será entregue nas mãos da missionária Cíntia que estará de volta ao Haiti.

Para ver as fotos em alta resolução, clique aqui.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Missionária no Haiti dá notícias


Era quase meia-noite de terça-feira quando Lucimeri Regina Pereira ligou do Haiti para a mãe que mora no Paranaguamirim, em Joinville. Dona Noemi levou um susto. A filha explicava que havia acontecido um terremoto, mas o local onde estava não tinha sido atingido.

A joinvilense Lucimeri é missionária da Igreja Evangélica Assembleia de Deus e está há 10 anos no Haiti. Os familiares de Lucimeri em Joinville passaram o dia atrás de informações.

Evangélicos de Santa Catarina acompanham o trabalho da missionária há uma década, desde que ela saiu da cidade, em 2000, para trabalhar em um projeto de alfabetização de crianças haitianas.

O vice-diretor do Departamento de Missões Siloé, ligado à Assembléia de Deus, Rangel Elias, diz que há oito anos o departamento ajuda Lucimeri no seu projeto, que é estruturar escolas dentro de igrejas evangélicas.

— De dia é escola e à noite é Igreja. São 40 escolas em oito estados. Lucimeri coordena todo esse projeto — diz.

Nesta terça, a mãe da missionária estava preocupada. Passou o dia fazendo orações pela filha. Quando ela ligou do Haiti, as pernas de Noemi começaram a tremer. Ela não sabia do terremoto e nem tinha ligado a televisão.

— Ela disse que só sentiu um tremor, mas na área onde estava não houve estragos — conta a mãe.

Lucimeri mora na cidade de Cabo Haitiano, uma região que fica na região Norte do País. A família ainda tem poucas informações. A comunicação no Haiti é difícil, principalmente depois dos estragos provocados na capital Porto Príncipe.

Texto: Marco Aurélio Braga marco.braga@an.com.br
Foto: Arquivo de família
Referência:
http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&section=Mundo&newsID=a2776669.xml