Mostrando postagens com marcador Inglaterra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inglaterra. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Forte apoio para o ensino do cristianismo nas escolas inglesas

 
Quase dois terços dos adultos dizem apoiar o ensino do cristianismo nas escolas, de acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Oxford.

Na pesquisa de 1800 pessoas, dois quintos disseram que ensinamento sobre a fé precisava de mais atenção nas aulas de educação religiosa.

Pessoas foram questionadas se elas queriam que a religião da maioria fosse ensinada nas escolas, e o resultado mostra que a maioria, 64%, apóia o ensino do cristianismo aos alunos para ajudá-los a entender a história inglesa.

A pesquisa fez parte de um novo projeto do departamento de educação de Oxford e busca apoiar os professores na apresentação da principal religião da Grã-Bretanha em aulas de ensino religioso.

Enquanto 43% dos entrevistados disseram que mais atenção deve ser dada ao ensino sobre o cristianismo em aulas de religião, 37% disse que muitos professores de educação religiosa não sabem o suficiente sobre o cristianismo para ser capaz de ensiná-lo de forma eficaz.

Perguntado quais tópicos do cristianismo as crianças devem ser ensinadas 58% disse que a história do cristianismo, 56% disse conhecimento sobre festivais importantes, como Páscoa e Natal, e 51% dos entrevistados defenderam o tema: “o modo cristão de distinguir o certo do errado”.

Além disso, mais de um terço, 38%, disse que a Bíblia deve ser ensinada na escola, e 30% disse quer os alunos devem ser ensinados sobre a Oração de Jesus.

A educação religiosa é obrigatória nas escolas estaduais para alunos com idades entre cinco e 16 anos.

O Departamento de Educação disse que os inspetores têm levantado preocupações sobre como a educação religiosa é ensinada nas escolas. "Um dos problemas identificados na literatura de pesquisa é que os professores são, por vezes, nervosos sobre a questões relacionadas com o cristianismo porque eles estão preocupados que pudessem ser considerados como evangelizadores".

John Keast, presidente do Conselho de Educação Religiosa da Inglaterra e do País de Gales também disse que relatórios de inspeção mostrou que o ensino do cristianismo é muito fraco. "Pesquisa e formação são fundamentais para melhorar o ensino de todos os aspectos do ensino religioso, mas com oportunidades para professores terem acesso a um treinamento de boa qualidade”.

Os resultados da pesquisa mostram que enquanto o Governo se esquiva das raízes cristãs do país e tem sido cauteloso para não ser visto como "imperialista cultural", as pessoas estão sendo privadas da educação cristã que elas estão procurando.

Baronesa Sayeeda Warsi, a primeira mulher muçulmana a servir no Gabinete, disse recentemente que a Grã-Bretanha deve tornar-se um país onde as pessoas não tenham vergonha de dizer que são cristãs."Precisamos criar um país em que as pessoas possam ser descaradamente orgulhosas de sua fé - onde elas não sintam que têm que deixar a religião na porta", disse Baronesa Warsi em um artigo no Daily Telegraph. 

Fonte: Christian Today

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Igrejas oram pelo fim da violência contra as mulheres

 
Igrejas no Reino Unido se reuniram neste domingo (25) em oração por milhões de mulheres vítimas de violência em todo o mundo.
 
 O ato foi um apoio ao Dia da Fita Branca, o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres.
 
 O Dia da Fita Branca é realizado todos os anos em 25 de novembro, aniversário do assassinato, em 1960, das três irmãs Mirabal, ativistas políticas da República Dominicana.
 
 Além de orar, muitas igrejas colocaram cartazes de conscientização em banheiros femininos - uma tábua de salvação para as mulheres vítimas de abuso.
 
 Mandy Marshall, que será a representante da Igreja da Inglaterra na Comissão das Nações Unidas no próximo ano, acredita que as igrejas estão bem posicionadas para oferecer apoio e informação às mulheres afetadas pela violência. "As estatísticas da ONU mostram que, em todo o mundo, as mulheres entre as idades de 15 e 44 anos são mais propensas a serem mutiladas ou morrem como por conta da violência masculina do que de doenças como câncer ou acidentes de trânsito ou de guerra combinado", disse ela.
 
 "As Igrejas realizaram atividades comunitárias durante toda a semana, assim como no domingo e puderam oferecer suporte sobre esta questão através de campanhas de sensibilização".
 
 "A oração é vital, mas temos visto que os cartazes colocados nos banheiros femininos com informações de contato pode ser uma tábua de salvação para as mulheres que sentem que não têm para onde recorrer", disse Mandy Marshall.
 
 O Conselho Consultivo Anglicano, que se reuniu este mês na Nova Zelândia, também pediu o fim da violência contra a mulher.
 
 O encontro internacional disse que era "hora de agir" para acabar com o problema e pediu que as igrejas apoiem iniciativas dessa natureza.
 
 Charles Reed, secretário do Conselho dos Arcebispos disse que, "a questão da violência contra a mulher pode muitas vezes ser esquecida, mas as estatísticas do Ministério do Interior mostram que, só no Reino Unido, 25% das mulheres sofrem violência doméstica em algum momento de sua vida".
 
Fonte: Christian Today

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Médicos podem agora orar com seus pacientes na Inglaterra


Uma nova orientação aos médicos ingleses agora permite que eles orem por seus pacientes, de acordo com divulgação da Defesa Médica da União (MDU) (livre tradução), com o apoio do Conselho Geral de Medicina (GMC) da Inglaterra e de um dos principais médicos do país.

A orientação é citada oficialmente pela GMC, sugerindo que a permissão para orar pelos pacientes é apropriada: "Nada na visão do GMC, seja de orientação pessoal e prática médica, impede os médicos de orarem com seus pacientes. Mas a ação deve ser discreta, para que o paciente não reclame.

Isso porque, embora alguns possam acolher a sugestão, outros podem considerá-la como imprópria" disse Jane O'Brien, diretor-assistente da Standards and Fitness to Practise.

A notícia foi bem recebida por um dos médicos mais importantes do país. Dr. Clare Gerada, o presidente do Royal College de Clínicos Gerais, twittou: "O bom senso enfim está prevalecendo" (@clarercgp).

Peter Saunders, diretor executivo da Christian Medical Fellowship (CMF) disse: "Congratulamo-nos com esta notícia. Os médicos se sentirão livres para praticar a medicina como um todo e não recuar de discutir questões de fé e sensibilidade quando se é apropriado fazer. É preciso abordar questões espirituais porque elas impactam a saúde de um paciente.

Christian Medical Fellowship (CMF) foi fundada em 1949 e é uma organização interdenominacional com mais de 4.000 membros médico britânicos em todos os ramos da medicina. A caridade registrada está ligada a mais de 65 órgãos similares em outros países em todo o mundo. A CMF existe para unir médicos cristãos para perseguir os mais elevados padrões éticos na vida cristã e profissional e aumentar a fé em Cristo e a aceitação de seus ensinamentos éticos.

A notícia vem em boa hora. Recentemente o médico Richard Scott, que trabalha no Centro Médico Bethesda em Margate, foi ameaçado com uma advertência oficial pelo Conselho (GMC) e está atualmente sob investigação para compartilhar sua fé com um paciente.

Fonte: The Church of England Newspaper/Redação CPAD News